As unidades de medida para controle de tráfego no Linux tem uma pequena diferença em relação a que conhecemos. Isso se deve ao fato de que a base de cálculos para controle de tráfego é decimal, diferente de quando medimos mémória ou processamento, quando a base é binária.

A tabela a seguir contém as unidades usadas nas versões atuais das ferramentas de controle de tráfego e seu significado correspondente.

Nota: As ferramentas de controle de tráfego citadas são referentes ao Mandriva Linux.


Unidade
Valor
1kbps
1.000 bytes/s
1kibips
1.024 bytes/s
1bps
1 byte/s
1kbit
1.000 bits
1kibit
1.024 bits
1b ou 1
1 byte
1Mbps
1.000kbps
1MiBps
1.024kbps










Recentemente me deparei com um problema aparentemente simples, mas que me custou mais tempo do que o previsto para resolvê-lo por falta de um material mais claro e direto para auxílio que pudesse ser encontrado na web.

Como agora já desvendei a solução do problema, resolvi deixar registrado esta dica aqui no blog para que outros programadores não percam tempo.

Caso deseje enviar algum dado criptografado do Flex para uma outra linguagem (como o PHP) que trabalhe no server-side da aplicação, podemos utilizar o algoritmo de hash MD5.

Nota: Para este tutorial estou utilizando o Adobe Flex Builder 3.

A método responsável por fazer a criptografia é a MD5.hash(), passando como parâmetro a string a ser codificada. O Flex não vem nativamente com a biblioteca que contém esta função, como tantos outros pacotes que já vem inclusos como o mx, flash e com.adobe, portanto, é necessário baixar a lib as3corelib.swc, que pode ser obtido através deste link: http://as3corelib.googlecode.com/files/as3corelib-.92.1.zip

Após baixar o arquivo zip e extrair, verá que o arquivo continha 2 diretórios. Acesse o diretório as3corelib-.92.1/ e em seguida o diretório lib/. Dentro do diretório lib/ encontra-se o arquivo que precisamos: as3corelib.swc! Copie este arquivo para dentro do diretório libs/ do seu projeto Flex.

Agora dentro do Flex Builder, clique nas propriedades do projeto. A seguir, clique em Flex Build Path no menu (passo 1), depois na aba Library path e no diretórios libs (passo 2), e por fim, clique no botão “Add SWC..” (passo 3), localize o arquivo as3corelib.swc que copiamos e clique no botão “OK”.


Figura 1 - Etapas de anexo da lib ao projeto


O Flex Builder dará um build no workspace e então poderemos utilizar o MD5.

Para utilizar o método precisamos importar a classe MD5, usando a seguinte linha no Action Script:
import com.adobe.crypto.MD5;
Pronto!!! Já podemos criptografar qualquer string. Segue um exemplo de como criptografar:
var cript:String = MD5.hash(senha.text);
Espero que façam bom proveito!
:-)







Olá pessoal,

Hoje estou aqui para falar de duas funções existentes no PHP: include() e require().

Muitos jovens programadores podem se deparar com essas duas funções ao análisar arquivos de código de outros programadores, e ai começam as dúvidas: o que isso faz? pra que isso serve?

Na verdade essas duas funções tem o mesmo princípio: tentam incluir um arquivo requisitado, no arquivo em que é executada.

Ex.:
<?php
//inclui o arquivo prog1.php no arquivo em que foi executada
include("../prog1.php");
//inclui o arquivo config.php no arquivo em que foi executada
require("config.php");
?>
Nota: Incluir um arquivo em outro significa que, todo o conteúdo do arquivo incluido está como se fizesse parte do arquivo que requisitou a inclusão.

A diferença entre as funções fica por parte do "e se eu não conseguir incluir o arquivo?", ou seja, caso dê algum problema (como o programador colocar o caminho errado até o arquivo) e o arquivo não puder ser incluído.

Quando acontece esse tipo de problema, a função include() vai emitir um warning no programa, enquanto que o require() emite um fatal error, em outras palavras, se o arquivo não for encontrado dentro da função include(), esta função somente vai emitir um aviso e deixar que continue a execução do resto do programa, enquanto que o require() vai emitir um erro e o programa será interrompido até que o arquivo seja encontrado.

Informações Adicionais

Temos ainda o include_once() e o require_once(). A difença do "once" se dá pelo seguinte fato: a função só vai incluir o arquivo, caso o mesmo ainda não tenha sido incluido.

Até a próxima :-)










Olá pessoal,

Hoje vou falar um pouco sobre jQuery.
A jQuery é uma biblioteca de JavaScript que trabalha com Ajax e DOM (modelo de objeto de documento). O legal dessa lib é que você consegue resultados muito mais rápidos e legais, escrevendo muito menos que no tradicional JavaScript.

Para poder utilizar jQuery em seus sites, você precisa primeiramente baixa-la: http://code.google.com/p/jqueryjs/downloads/detail?name=jquery-1.3.2.js

Em seguida, faça a linkagem da biblioteca na sua página, colocando a seguinte linha dentro das tags <head></head>.
<script src="CAMINHO/jquery-1.3.2.js" type="text/javascript">
</script>
Troque a palavra CAMINHO pelo caminho correto no seu site até a biblioteca.

Com a biblioteca carregada, já podemos começar a programar usando jQuery. Abaixo, deixo um pequeno exemplo de validação de uma caixa de texto do tipo <input type="text" id="texto" />. Quando o usuário clicar no botão "Click", o JavaScript será ativado e um alerta aparecerá ao usuário informando se a caixa de texto está vazia ou não.

Nota: para a jQuery, o que interessa é o id dos componentes e não o name.
<body>
  <input type="text" id="texto">
  <input type="button" id="button" value="Click" />
</body>
Com os dois componentes no nosso documento HTML, vamos colocar agora o código jQuery que fará o serviço de validação.
Primeiramente, vamos abrir as tags <script></script> e inserir o seguinte código dentro:
<script> 
  $(document).ready(function(){
    //Quando o documento estiver pronto, execute o que estiver aqui dentro 
  });
</script>
Feito isso, vamos atribuir o ID da nossa caixa de texto a uma variável (isto é opcional, caso queira, pode referenciar o ID diretamente).
//Os IDs em jQuery são representados por $("#nome_do_ID") 
var texto = $("#texto"); 
A seguir, vamos acrescentar a função do botão. Esta função é processada quando ocorre o evento click no botão.
$("#button").click(function(){                    
});
Tudo o que estiver entre as chaves, será executado quando o botão for clicado, então, iremos colocar agora a condição para verificar se a caixa de texto está em branco.
//val() retorna o valor. Neste caso, o valor do componente texto
if(texto.val() == "") {
  alert("A caixa de texto está vazia.");                        
} else {
  alert("Caixa de texto: " + texto.val());                        
} 
E este é o código final do jQuery que criamos nas etapas acima:
<script>   
  $(document).ready(function(){
    
    var texto = $("#texto");
    
    $("#button").click(function(){
      //val() retorna o valor. Neste caso, o valor do componente texto
      if(texto.val() == "") {
        alert("A caixa de texto está vazia.");      
      } else {
        alert("Caixa de texto: " + texto.val());      
      }
    });
  });
</script> 
Até a próxima :-)





É comum escrevermos 4 ou 6 linhas de código para um simples IF que poderia ser colocado em apenas uma linha. Mostrarei aqui essa dica de como fazer um IF de uma linha na linguagem PHP, mas também pode ser aplicada em outras linguagens como o Java.

Abaixo temos um exemplo clássico de um IF utilizando 4 linhas de código. Neste exemplo atribuimos o valor true a uma variável, caso a condição testada seja verdadeira, e o valor false caso o teste dê negativo.
<?php
if("a" == "b")
    $result = true;
else
    $result = false;
?> 
O mesmo IF acima poderia ser reescrito da seguinte forma:
<?php
$result = ("a" == "b")  ? true : false;
?>
O sinal de ? faz a função do "então" e o : faz a função do "senão".
Até a próxima.